Boato, novo disco de JP Simões Já à venda.
Uma Antologia gravada ao vivo no Teatro São Luiz
A propósito de um amável convite do Teatro são Luiz para fazer dois dias
de concerto, a 7 e 8 de Novembro de 2008, surgiu a ideia do disco ao vivo.
JP Simões tinha em carteira uma série de temas inéditos já antigos
-essencialmente, temas da Ópera do Falhado, cuja gravação se perdeu
irremediavelmente - e bastantes temas novos que ainda não tinham
o destino definido.
Boato é também uma viagem ao início da carreira de JP Simões e aos Belle
Chase Hotel; em 2008 fez dez anos que o álbum Fossanova viu a luz do dia
e essa era a deixa que faltava a JP Simões para trabalhar talentosamente
um alinhamento que reflectisse estes últimos anos de música. Uma antologia
gravada ao vivo, constituída por 9 temas já editados e 12 temas inéditos que
contou com a colaboração de Manuel João Vieira em “A Canção do Jovem
Cão” e de Luanda Cozetti no tema “Se por Acaso”.
Perante o extraordinário conjunto de canções, podemos tentar descobrir
de onde surgiu o título para o disco, podemos pegar na frase «Dizem que o
corpo não foi encontrado no meio de tanto bocado», uma passagem da
canção “Lenda do Homem Pássaro” e pensar em Boato, mas nas palavras
de JP Simões o nome do disco surgiu “entre outras coisas, da ideia de que
quisesse perceber, através de um disco meio antológico, por onde é que
andei e o que é que pensei durante todo o tempo em que construí estas
canções, teria de me render à evidência de que tudo o que sei sobre
mim são essencialmente boatos, verdades voláteis…”
Depois da obra-prima 1970, álbum inspirado nos mestres brasileiros, de
Chico Buarque a João Gilberto, nunca esquecendo Tom Jobim, JP Simões
volta a assinar um trabalho genial sem cair na tentação do “Best of”.
Boato é um disco sublime que pisca o olho ao passado como reflexo
incondicional do seu autor, mas que na sua essência é um disco novo
com temas inéditos. Conceptual e brilhante.
“Mas, nesta simplicidade para voz, guitarra e piano, «orquestrada» pelo fiel
colaborador Sérgio Costa, JP Simões acabou por fazer um dos mais bonitos
discos do ano.”Blitz
“Um convite do Teatro São Luiz (…) levou um dos mais talentosos escritores
de canções de Portugal a evocar personagens e histórias passadas
em duas noites de concertos, agora imortalizadas num notável
disco ao vivo.” Blitz
“Não há uma melodia fraca, não há dicção que não seja imaculada.
JP Simões tornou-se o grande escritor de canções (…)” Público
“JP Simões está sozinho em palco com o habitual parceiro, Sérgio Costa,
e brilha na voz, na presença rigorosa e no génio de composições (…)” Blitz
“Um justo vencedor desta noite seria JP Simões, mestre-de-cerimónias
inspirado, apresentador da sessão em delírios sem rede e em diálogos
com uma «voz de deus» que ecoava na sala, ditando regras,
apressando o jogo.” Visão
“Música Mágica, opulenta mas simples, as cordas sempre ágeis, as teclas
do piano sempre eloquentes e latinas. Em Boato as músicas ganham
asas sobre o eco e o silêncio da plateia.” Time Out
“JP Simões é um músico de possibilidades infinitas.” Semanário
“Tudo isto aconteceu no Teatro S. Luiz, em Lisboa, e a primeira
consequência deste Boato é deixar quem não esteve lá a desejar
repetir a história – porque a noite escuta-se apaixonada.” Notícias Sábado
“JP Simões é um compositor de invulgar talento e um intérprete notável (…)
o melhor da sua geração e o novo disco (…) ,Boato, é a prova disso
mesmo(…) Tudo tem aquele raro toque de génio que volta e meia nos
faz parar a corrida para ouvir o que se passa à nossa volta.” Jornal de Negócios
“Um dos jovens cantautores mais inclassificáveis da língua portuguesa,
um tertuliano empenhado em seduzir com todos os recursos que a arte
e o humor lhe permitem, um cronista certeiro de um tempo e de uma geração
que ainda procura as suas vozes.” Semanário Económico
“Tudo aponta para ser um dos mais brilhantes escritores de canções na
nossa língua. E isso não é boato. É a mais elementar das verdades.” Sol
“JP Simões tornou-se incontornável no grupo restrito de «artistas de culto
em Portugal». (…) Um cantautor de referência que merece toda a atenção
do público.” Áudio & Música
“De Tango do Antigamente e La Toilette des Étoiles a Carta Tardia, não há
pesos mortos, é só luxo.” Sábado
“Ninguém tem dúvidas de que estamos perante um dos mais interessantes
e originais artistas nacionais dos últimos anos. O concerto é muito intimista
fazendo com que os temas ganhem uma nova vida. A não perder.” FHM
Grande concerto ontem na Casa da Música.Parabéns!Adorei!Foi excelente!Grande artista que és, maravilhoso!Felicidades, beijinhos e saudações capelianas das Segue-me à Capela. Cristina Martins
UM ESPAÇO DIFERENTE COM UM MUSICO ESPECIAL!NUMA NOITE MUITO SIMBÓLICA, 24 PARA 25 DE ABRIL!OBRIGADO PELO CONCERTO!ÉS DE FACTO UM GRANDE MUSICO,ADORÁMOS E ESPERO QUE VOLTES AQUI A TORRES VEDRAS!LUIS E PAULA....
O "Boato" já me chegou aos ouvidos e o que me contou foi muito bom. Sem banda nem fogos-de-artifício, temos o essencial neste disco: canções. A profundidade das letras e a doçura das melodias ganha outro peso com o despojamento dos arranjos, que contemplam, essencialmente, piano, guitarra a voz. Uma aposta ganha.
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