1. Psyfolk cowboys
2. Asian Tecnobrega Foundation
3. Legal
4. Funk do Maçon
5. Song in American
6. Apocalypso
7. But Rachel (Anal Destruktor version)
8. The Unforgiven XV
Milk Fellas é o produto das mentes doentias de Cauê e Yuri, que descobriram na sátira ácida e no deboche puro e simples uma forma de construírem suas músicas. Depois de passarem por bandas de hardcore e outros gêneros, formaram a dupla, que usa bases que vão do funk carioca à eletrônica para suas letras sarcásticas.
Vindos de São José dos Campos, interior de São Paulo, Cauê Bravim e Yuri Moraes formaram a Trintaeum Filmes, produtora de curtas autorais e trabalhos publicitários. E foi das trilhas sonoras originais dos filmes da produtora, feitas pelos dois para fugir do gasto com direitos autorais, que surgiu o embrião do Milk Fellas.
O clima descompromissado é marca da banda, que cria os nomes das músicas na hora de salvar os arquivos, com a primeira coisa que vêm à cabeça. E dá-lhe músicas como “Rola Bronzeada”, “Psyfolk Cowboys” e “Cthulhu Ballad”. “O próprio nome da banda surgiu meio que no improviso, foi o primeiro que veio à mente e que não existia ainda no MySpace”, conta Yuri.
Após shows baseados nas trilhas dos filmes, a dupla percebeu que a banda podia ganhar corpo como um projeto próprio. E resolveram levar o negócio “à sério”. Entre aspas, porque o último adjetivo que pode ser colado ao Milk Fellas é sério. A tiração de sarro é geral, tanto nas letras quanto nas próprias melodias. “Psyfolk Cowboys”, por exemplo, dá uma zoada na recente onda folk que atingiu o meio indie. Já “Funk do Maçon” é um funk carioca tirando sarro com a prática religiosa. “A música causou certa polêmica entre os adeptos da maçonaria, mas mesmo entre os maçons teve gente que gostou”, conta Cauê.
O primeiro disco, “Bambucity/Jucatigre Marciano”, foi lançado em março deste ano e disponibilizado para download gratuito no MySpace da banda, onde também é possível baixar o single de “Funk do Maçon”, com duas versões da música e mais dois outros sons.
Além disso, dá para ouvir, entre outras, a versão que fizeram para “Eu como Merda”, da banda capixaba Mukeka di Rato. Atualmente, a banda está no processo de gravação do segundo disco, que vai se chamar “Os Milk Fellas traíram o movimento punk, véio” que vai contar com “Rola Bronzeada”, “Traindo o movimento” e “Todo mundo tem banda”.
“O nome do disco é primeiro uma homenagem ao Dado Dolabella, pela treta que teve com o João Gordo. E também uma resposta para se alguém reclamasse da mudança no som da banda, que agora usa mais bases eletrônicas”, explica Yuri.
E aí, pessoal!!! Olha só, façam o favor de chegar na sexta pra que a gente possa levar vocês pra xupar picolé de pequi e cajá-manga com sal! Mais goiano impossível! hehe Beijosmeliguem